23. Mãos como Cachoeiras

Arjava desfaz mitos de linhagem e afirma a pureza do Reiki para além da tradição. Os praticantes tornam-se fontes vivas da natureza, como cascatas ou árvores sagradas.

Arjava reflete sobre a armadilha das histórias não verificadas de Reiki e pondera sobre a impossibilidade de um estrangeiro ser aceito em uma arte tradicional japonesa.

Ele se maravilha com a pureza do Reiki, que transcende a forma ou a linhagem, e explora as raízes xintoístas da cura, onde a própria natureza é o santuário. Os praticantes de Reiki, diz ele, tornam-se os equivalentes modernos — personificando cachoeiras, árvores e nascentes.

Somos as mãos estendidas de belos fenómenos naturais.