51. Livre Arbítrio e Karma - Celebrando a Singularidade

Arjava redefine a liberdade como alinhamento interior, não como circunstância externa, tanto no Reiju como no casamento. A maioria das escolhas não é livre, mas moldada por vidas de impulso inconsciente.

Arjava compara a sua postura rígida em relação ao Reiju à lealdade no casamento: alguns veem-no como uma prisão, mas ele sente-se livre dentro do compromisso. A verdadeira liberdade, ele argumenta, é interna, não circunstancial – tal como a de monges em isolamento voluntário.

A discussão volta-se para o livre-arbítrio e a reencarnação. Arjava reflete sobre como experiências passadas – possivelmente até vidas passadas – moldam as ações no presente. As melhores decisões surgem quando o coração e a mente se encontram no momento presente e nos entregamos ao fluxo da vida.

O livre-arbítrio é complicado. Dentro de ti estão presentes milhões de anos de evolução.